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O meia Marquinhos, de 37 anos, pode fazer seu último jogo com a camisa do Avaí na história. Nesta quarta-feira, o jogador fez sua última entrevista coletiva, antes do treino, como atleta e comentou sobre o sonho de conquistar o acesso à elite. Conhecido como M10, está confiante para cravar o feito.

– Tomara que eu acorde na segunda-feira de ressaca, por um bom motivo… mas ainda não pensei no que vou fazer. Deixa a vida me levar. Vou descansar, curtir minha família, ir pra praia. Foi uma carreira muito cansativa e vitoriosa – afirmou.

Dentro de campo, Marquinhos espera fazer um grande jogo para conquistar o feito e afirmou que “festinha tem que ficar para depois. Além disso, afirmou que caso o acesso venha, será o maior título de sua carreira.

A gente não programou nada. Nós estamos concentrados para o jogo contra a Ponte Preta. Esse “negócio” de festinha, homenagear o Marquinhos, a gente deixa para depois. Primeiro, temos que homenagear o público… Se a gente conseguir o acesso será o meu maior título. Imagina um cara com 37 anos, que conseguiu colocar seu time na Primeira Divisão, nem nos meus maiores sonhos eu posso imaginar isso.

– Sábado será um cenário difícil. Vamos enfrentar uma Ponte Preta muito forte. Estamos estudando muito a Ponte. Penso na Ressacada lotada e todos conscientes com a obrigação do que representa a partida – complementou.

Na 38ª rodada, o Avaí enfrenta a Ponte Preta, no sábado, às 17h. Ambas equipes têm possibilidades de ir à Primeira Divisão do futebol nacional. Deste modo, o duelo promoverá grande emoção até o fim.

OUTROS TRECHOS DA COLETIVA:

História no clube
Eu marquei a história do Avaí. Fico muito contente com isso.O maior time da minha vida, da minha carreira é o Avaí. Tenho muito orgulho disso – complementou.

Vai está 100%
Me preparei para parar, mas ao mesmo tempo não estou preparado. Mas é tentar fazer o último jogo, a última semana de treinamento. Agradecer aos companheiros. Todos que já passaram aqui. Me fizeram crescer.

Emoção
Não tem como não se emocionar. É um ciclo que ficou em campo. A história é vencedora, agora é buscar um grande jogo e carimbar o acesso. Desde 2016 que o joelho me incomoda bastante. O quadril também. Sempre falei que se fosse me render para as dores, eu teria parado faz tempo.

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